05/10 - Tarrytown. Só estudando

Bem, já estou quase uma semana em Tarrytown . No mesmo dia que cheguei a escola, chegou também um outro brazuca.Ficamos amigos e combinamos que não trocaríamos nenhuma palavra em português, afinal estávamos ali para aprender inglês. Havia mais quatro brasileiros na escola ,mas não tive muito contato com eles.Impressiona a quantidade de asiáticos na escola, bem maior do que em San Diego.

A cidade de Tarrytown, na verdade uma vila, está situada a 40 km ao norte da cidade de Nova York, situada à beira do rio Hudson, população de classe media alta e gente rica. Uma vila charmosa e aconchegante. , Não se gasta mais do que quarenta minutos de lá até Manhattam, coração da cidade de Nova York.Os esquilos são figurinhas fáceis nos quintais e nas arvores das ruas. Uma situação interessante que me aconteceu na cidade foi o dia em que fui a lavanderia. Cheguei com meu saco de roupas e havia apenas máquinas funcionando sem nenhum funcionário para ajudar. Não é fácil saber exatamente o que fazer , seguindo apenas as instruções do maquinário. Como quem tem boca vai a Roma , esperei chegar, por uns 15minutos, um cliente mais safo que eu.

Na quata – feira , 04/10, depois da aula, fomos eu e o brazuca visitar Manhattam. Achei estranho a passagem de trem ser 19 dólares , eu tinha ouvido dizer que era 14. mas mesmo com a ajuda de uma senhora para comprar o bilhete na maquininha , não teve jeito , morremos em 19 doletas cada. Dentro do trem, o maquinista nos informou que comprarmos o bilhete para o horário do hush (peak), que é mais caro e aparece com o primeira opção na máquina, e nos orientou a sempre comprar o bilhete comum (off peak). Caso o bilhete seja usado em horário de pico, é só complementar a passagem com o próprio maquinista.Literalmente, pagamos para aprender.

O que chama a atenção nesses trens é que eles são modernos, pontualidade britânica mas o recebimento dos bilhetes é arcaico. Dentro do trem , um operário da empresa ( maquinista?, bilheteiro?) circula entre os vagões, pega o bilhete do passageiro e perfura, caso seja um bilhete de ida e volta, se não, recolhe o bilhete. Posteriormente coloca uma tira sobre o encosto do assento. Isto é para controlar de quais passageiros já recebeu. Se um malandro entrar em uma estação e recolher uma tira de um assento , e isto aconteceu comigo uma vez(contarei em outro post),, ele volta a cobrar a passagem de quem já recolheu.
Sentamos próximos a uma senhora e comecei a lhe fazer perguntas diversas, como parte da minha imersão na língua inglesa, ela gentilmente respondeu algumas e deu uma sonora gargalhada. Ante nosso espanto ,falou agora em português . Tanta gente para encontrar e fomos dar de car com uma brazuca a mais de 10 anos nos states. Foi muita simpática, falou que estava com saudade de ouvir sua língua natal , presente que só demos a ela ao final do nosso encontro , quando nos despedimos na Grand Central Station.

A primeira tarde em Manhattam , só foi para dizer: New York estamos aqui. Pegamos alguns mapas, andamos até a Times Square , entramos em algumas lojas, preparamos o caminho para incursões mais profundas. Ao voltarmos , entre a estação do trem de Tarrytown e a escola estava chuviscando, fomos correndo para não molhar e também não perder o rango.Mas não teve jeito, o restaurante estava fechado. Resolvemos voltar até o centro da cidade, ainda debaixo de chuvisco, e jantar. Todas as fotos são de Tarrytown.


2 comentários:

Unknown disse...

Adorei seus posts e comentários, parece ser lindo por aí... Vou fazer o curso intensivo em junho/2010 e estou ansiosíssima! Acompanharei seu posts! Prazer em conhecê-lo

studyabroad disse...

Thais, obg. se precisar de alguma coisa estou a disposição. A sua identidade não me permitiu enviar resposta direta a vc. Abs,